Tudo o que você faz é fingir;
Tudo o que você faz é mentir;
Tudo o que você faz é confusão.
Você acha que todos vivem em sua órbita;
Trata todos como brinquedos;
E gosta de te-los em sua mão.
Acha que todos tem que respeita-la;
Que todos necessitam de sua razão;
E quem ousar desrespeita-la, perdera o coração.
E eu costumava a venera-la;
Costumava a ser meu único sonho;
Era um vício constante.
Então morra por dentro;
Eu estou acabando com você;
Então suma de vez! E me deixe sangrar sozinho.
Todos as suas cartas a mesa;
E seu sorriso podre de satisfação;
E um orgulho de sí mesma, que não ouso fazer menção.
E sempre foi assim;
Seu caso não tem nenhuma solução;
Eu só estava enganando meus olhos com o coração.
Então morra! De vez!
Sou seu ínimigo por natureza;
Morra de vez! Estou acabando com isso.
Se tornou um vício escutar seu grito;
Então morra! De uma só vez;
Então morra! De vez! Me tornei seu ínimigo por natureza.
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