Com meus olhos voltados para a lua;
minhas lagrimas secam pouco a pouco;
tentando mudar um tempo que não existe mais;
minhas feridas não cicatrizadas;
que de lado não seram deixadas;
fixadas em meu coração;
que aguenta todo o peso;
que ja não cabe em minha mão;
que pouco a pouco fica mais atada;
essa dor fixada;
revira meus olhos, me forçando a lembrar de você;
de todos os tempos que temo não conseguir esquecer;
evolto de escuridão;
a unica coisa que ilumina é a lua;
tão palida quanto sua pele;
o cheiro das rosas me lembra seu perfume;
que percorria por toda sua pele nua;
esse cheiro que faz eu me perder;
de minha sanidade;
sendo arrancado pouco a pouco do meu prazer;
fixado em seu ser, viciado em te ter;
Minhas mãos dormentes;
de tanto tremer;
as lagrimas que secaram, sempre tornam a correr
Nenhum comentário:
Postar um comentário